sábado, julho 15, 2006

domingo, julho 09, 2006

Com esta lindissima letra de André Sardet encerro as palavras escritas neste blog.... Com esta lindissima letra me despeço de devaneios românticos, passionais... Com isto encerro um ciclo que há muito deveria ter terminado... Com isto vejo a menina-mulher, passar para outra fase ainda sem denominação... Com isto, vos digo até um dia, até a um proximo blog, quem sabe bem perto de si! Um beijo a todos....

"quando eu te falei de amor..." André Sardet

Quando os meus olhos te tocaram Eu senti que encontrara A outra metade de mim Tive medo de acordar Como se vivesse um sonho Que não pensei realizar E a força do desejo Faz-me chegar perto de ti Quando eu te falei em amor Tu sorriste para mim E o mundo ficou bem melhor Quando eu te falei em amor Nós sentimos os dois Que o amanhã vem depois E não no fim Estas linhas que hoje escrevo São do livro da memória Do que eu sinto por ti E tudo o que tu me dás É parte da história Que eu ainda não vivi E a força do desejo Faz-me chegar perto de ti Quando eu te falei em amor Tu sorriste para mim E o mundo ficou bem melhor Quando eu te falei em amor Nós sentimos os dois Que o amanhã vem depois E não no fim

sábado, julho 01, 2006

"É isso aí..."

"É isso aí Como a gente achou que ia ser A vida tão simples é boa... Quase sempre... É isso aí! Os passos vão pelas ruas Ninguém reparou na lua A vida sempre continua Eu não sei parar de te olhar Eu não sei parar de te olhar Não vou parar de te olhar Eu não me canso de olhar Não sei parar de te olhar É isso aí Há quem acredite em milagres Há quem cometa maldades Há quem não saiba dizer a verdade É isso aí Um vendedor de flores Ensinar seus filhos a escolher seus amores Eu não sei parar de te olhar Não sei parar de te olhar Não vou parar de te olhar Eu não me canso de olhar Não vou parar de te olhar " Não sei mesmo, quase nem acredito... parece qualquer coisa como um sonho, que sei que irei acordar, desejando continuar a viver no sonho.. é isso aí...

sexta-feira, junho 09, 2006

Insónias

Não consigo dormir... estou triste e não sei qual o motivo! Não consigo dormir e tenho o coração a bater a uma velocidade que me sufoca e me faz ansiar por algo... Não sei se as palavras estão correctas e agora o que menos me importa são as construções frásicas e ordem e perfeição! Os sentimentos não são perfeitos nem ordenados... Estou triste, ansiosa, aguarda a confirmação do terrível sexto sentido... e no fim, não consigo dormir!!!

O meu coração

Vês este coração? É teu! Não dei por acontecer a invasão em mim. Não pediste para entrar, foste entrando... Agora é tarde demais... é teu. Ouviste bem? Teu... Parte-o, corta-o, esmigalha-o, mima-o, enche-o de alegria... Mas não lhe mintas. Fala com ele, diz-lhe a verdade que precisa de ouvir ... aquela que tu sentes no teu coração e na tua razão! Não o iludas, para não o desiludires... Fá-lo chorar agora, para que ele não chore por demais depois! Fá-lo deixar de morar na incerteza, mesmo que a certeza seja a pior de todas... Mata-o ou dá-lhe vida, é teu... o meu coração!

As tuas cores

Um pedacinho de azul com mistura de verde e amarelo... Rosa, roxo, branco e castanho... Vermelho, preto, cinzento, laranja e outras tantas São as tuas cores... Um arco-íris na minha vida! Dando cor, alegria e imaginação a esta coleccionadora de palavras! Azul do mar; verde das árvores; amarelo do sol! Rosa da flor mais bela; roxo quando te chateias comigo; o branco da paz e o castanho que reside no teu olhar! Vermelho da cor dos teus lábios; o preto dos teus cabelos; cinzento do dia triste em que me fizeste feliz; laranja do pôr do sol que desejo ver do teu lado... Tantas cores nos meus dias e em ti...

domingo, junho 04, 2006

Resolvi ir à procura da génese do problema... "A palavra “amor” advem do verbete latino 'amore' que pode ser literalmente traduzido por "afeição, amor; vivo desejo”. Também é associado a palavras que representam “desejo”, “satisfação”, “conquista” e “libido”. O conceito de amor envolve, de modo geral, a formação de um vínculo emocional com alguém, ou algum objeto, que seja capaz de receber este comportamento amoroso e que seja capaz de alimentar as estimulações sensoriais e psicológicas necessárias para a manutenção da motivação deste amor. Em grego há outras palavras, cada qual denotando o amor em um sentido específico. (...) Eros O amor do tipo eros é aquele amor romântico que uma pessoa sente por outra. É o amor que tem muito a ver com atração física. É esse tipo de amor que normalmente compele as pessoas a manter um relacionamento amoroso continuado. Nesse sentido também é sinônimo de relação sexual Pragma Como diz o nome, é o estilo de que prioriza o lado prático das coisas. O indivíduo avalia todas as possíveis implicações antes de embarcar num romance. Se o namoro aparente tiver futuro, ele investe. Se não, desiste. Cultiva uma lista de pré-requisitos para o parceiro ou a parceira ideal e pondera muito antes de se comprometer. Procura um bom pai ou uma boa mãe para os filhos e leva em conta o conforto material. Está sempre cheio de perguntas. O que será que a minha família vai achar? Se eu me casar, como estarei daqui a cinco anos?Como minha vida vai mudar se eu me casar? Amor interessado em fazer bem a si mesmo, Amor que espera algo em troca. Ágape Em grego, significa altruísmo, generosidade. A dedicação ao outro vem sempre antes do próprio interesse. Quem pratica esse estilo de amor entrega-se totalmente à relação e não se importa em abrir mão de certas vontades para a satisfação do ser amado. Investe constantemente no relacionamento, mesmo sem ser correspondido. Sente-se bem quando o outro demonstra alegria. No limite, é capaz até mesmo de renunciar ao parceiro se acreditar que ele pode ser mais feliz com outra pessoa. Storge É o nome da divindade grega da amizade. Por isso, quem tende a ter esse estilo de amor valoriza a confiança mútua, o entrosamento e os projetos compartilhados. O romance começa de maneira tão gradual que os parceiros nem sabem dizer quando exatamente. A atração física não é o principal. Os namorados-amigos não tendem a ter relacionamentos calorosos, mas sim tranqüilos e afetuosos. Preferem cativar a seduzir. E, em geral, mantêm ligações bastante duradouras e estáveis. O que conta é a confiança mútua e os valores compartilhados. Os amantes do tipo storge revelam satisfação com a vida afetiva." in : http://pt.wikipedia.org/wiki/Amor_(sentimento)#Eros Alguém percebeu alguma coisa?

Pessoa em mim, pessoa em nós...

"Bom é que não esqueçais Que o que dá ao amor rara qualidade É a sua timidez envergonhada Entregai-vos ao travo doce das delicias Que filhas são dos seus tormentos Porém, não busqueis poder no amor Que só quem da sua lei se sente escravo Pode considerar-se realmente livre (...)
Que estúpido se não sabe que a infelicidade dos outros é dele e não se cura de fora.Porque sofrer não é ter falta de tinta ou o caixote não ter aros de ferro! (...)
E eu sinto que em meu gesto existe o teu gesto e em minha voz a tua voz.
Foi um momento
O em que pousaste
Sobre o meu braço
Num movimento
Mais de cansaço
Que pensamento,
A tua mão!
E a retiraste.Senti ou não? "
Fernando Pessoa em mim...em ti.. nele e nela...em todos nós um pedacinho de Pessoa!

sábado, junho 03, 2006

Adeus

Este não é mais um texto que divague sobre sentimentos de amor, paixão ou atracção. Quer dizer fala de amor e sentimentos... mas estes completamente diferentes dos outros que por aqui vão residindo!
Apaixonada por ti belissima invicta... Não conhecendo paisagem mais bela, quando o douro te brinda com a sua cor laranja e vermelha do pôr do sol... Vendo o tempo a correr demasiado depressa para que eu possa despedir-me com a devida saudade de todos os teus cantos e das imensas lembranças que carrego comigo.
Este não é um texto hipotético nem a fazer de conta, este texto é sobre mim... sobre a extrema dificuldade em largar a independencia que me deste e que agora insistem em tirar-me... não me recuso a crescer, mas crescer é, realmente, dificil!
Choro de tristeza, angústia e algum desespero... Poucos me entenderão, talvez ninguém... mas só por um pouco gostava de voltar atrás no tempo, pois só assim teria tempo para te dizer adeus!
Tu, invicta, abraçaste o meu crescimento, as minhas novas amizades, as minhas alegrias e tristezas... Agora querem-me tirar do teu abraço... Aproxima-se o tempo do adeus, quando apenas queria dizer olá, mais uma vez!

sexta-feira, maio 26, 2006

Poema - Elisa Alves Cruz

"Com as nuvens dos teus beijos ensaiei concertos de flores, arco-íris de ver sol poentes, girassois de corar andorinhas... Com o mar do teu peito, limpei búzios turvos, que sopravam furiosos devaneios aos meus ouvidos! Com o sol dos teus pés, semiei bagos de ternura, grãos de doçura na eira da amora da tua pele... Porque fui no estivo do teu calor desfiada e desfolhada, como no ínicio da Primavera." Esperando que saibas que é para ti... se não souberes pergunta! :)

domingo, maio 21, 2006

Não é por nem para ti...

O meu sorriso não é por ti, nem para ti... A minha alegria não é por ti, nem para ti! As minhas lágrimas não são por ti, nem para ti... A minha tristeza não é por ti, nem para ti! A música que ouço vezes sem conta não é por ti, nem para me lembrar de ti! Nada é por e para ti... Este texto não é para ti... nem por ti! Simplesmente deixei de te oferecer tudo de mim... e agora não tens nada para ti nem por ti!

sábado, maio 20, 2006

Restos

Resta-me o amor neste mundo tão cinzento, talvez com o amor consiga chegar perto para ver o cor-de-rosa... Resta-me o sonhar para esquecer céu tão negro, talvez sonhando possa encontrar o azul celeste! Resta-me o sorriso para enganar a vontade de chorar, talvez com o sorriso possa afastar as lágrimas dos meus olhos! Resta-me o toque para aquecer-me nestes dias tão frios, talvez tocando consiga esquecer a frieza do que me rodeia.. Resta-me tão pouco num mundo tão cheio de tudo... Resto eu e outros tantos, no meio desta confusão... esperando ver o cor-de-rosa e o azul celeste. Restamos uns poucos à procura do sorriso e do toque... tão poucos no meio de tantos. Restamos nós neste mundo de vós...

sexta-feira, maio 19, 2006

E lá fomos quebrando, (Toranja)

" (...)Eras tu a convencer-me que gosto de ti E eu a convencer-te que não é bem assim! Era tu a mostrares-me o teu lado mais puro... E eu a argumentar os meus inevitáveis... Escondias-te do que não se dizia... Juravas a certeza da mentira ... Eu fugia do toque como do cheiro Por saber que era o fim da roupa vestida
Ai esse silencio dos lábios que nos mata…!
E no fim, era eu a ficar por não saber partir… E tu a rezar para que eu desaparecesse… Eras tu a rezar para que eu ficasse
É quase pecado o que se deixa… Quase pecado o que se ignora…
"Quebramos os dois, dos Toranja!"

Morrendo por amor...

Um dia sem te dizer nada... Outro em que estou contigo porque, simplesmente, não me deste alternativa. Uma semana em que faço de conta que estou feliz do teu lado... Outra em que minto, para ir repousar em outros braços! Não te queria mentir... iludir ou ir matando aos pouquinhos! Mas a verdade é demasiado dura para dizer e para assumir... Não consigo mais. Amo-te mas não te amo... Odeio-te sem odiar-te... Sinto a tua falta, sentindo o aborrecimento da tua presença! Cansada de viver num faz de conta, cansada de ver apenas uma imagem do que já foste... Vou embora, sem dizer a verdade sem mentir... desaparecendo aos poucos! Recuso-me ficar e ver-te morrer um pouquinho todos os dias! Serei eu a culpada? Ou será esse sentimento que dizes sentir por mim? Desculpa-me se fui um dia feliz do teu lado e se ja não sei mais continuar a sê-lo! Desculpa-me se não te consigo amar, desculpa-me se não sei ao certo o que sinto... Não esperes por mim... Não te deixes apagar por uma sombra de sentimento que há muito deixou de ter o seu brilho... Desculpa-me ter roubado a tua vida e, agora, não conseguir fazer com que a aceites de volta!

sábado, maio 13, 2006

Porta encostada...

Abriste a porta e não fechaste, sequer encostaste... Apenas saiste, sem dizer quando irias voltar e se irias voltar... Levaste tudo o que precisarias, deixando pedacinhos de ti pelos cantinhos desta casa, que parecia tão pequena e, agora, é grande demais... Apenas um prato na mesa, um garfo, uma faca, um copo... um olhar fixo no teu lugar vazio... uma conversa imaginada... o ritual de arrumar a cozinha! Mais uma vez, apenas um garfo, uma faca, um copo, um prato! Sento-me no sofá, que deixa-me espiar para a nossa porta de entrada... Espreito a ver qual o momento em que rompes o silêncio e devolves o desejo a estas paredes! Mas todos os dias, a porta permanece igual, encostada! Encostada, sem qualquer certeza ou rumor do teu regresso... Agora, terei que a fechar... está frio demais... será que voltarás para ver a porta fechada?

Come and take...

"Come and take my smile... Come and take my tears... Come and take all of my words... Come and take all of my gestures... Come and take all of the love i have... Come and take all of the hate in me... Come and take everything... Come and leave everything of the nothing you took... Come and take me! " imagem pesquisada em : http://solidariedadesocial.blogs.sapo.pt/arquivo/casal%20sensual-thumb.jpg

domingo, abril 30, 2006

Rescue me...

"I'm obssessive...
I'm agressive...
You got me stressing...
I'm the big question...
All of this, is not healthy... i'm just losing my control
So rescue me...
Touch me... kiss me... where is our sanity?
Don't make this hard... i'm tossin and turnin...and i just can't sleep at night!"

sábado, abril 29, 2006

Mulher

Sem recurso a qualquer imagem, as palavras vagueiam e pintam uma imagem. Uma imagem de total liberdade, essa mesma em que duas pessoas partilham um ou outro sentimento num momento...
É, nesse momento, que ela perde-se na imensidão de um olhar para voltar a encontrar-se num abraço... perde-se na intensidade de um beijo para se encontrar na imensidão de um olhar... perde-se na sensualidade de um toque para se encontrar na intensidade de um beijo!
Ela, essa mulher, que ama e odeia ao mesmo tempo... essa mulher que partilha o seu riso e o seu choro com aquele que está ali e ampara as suas emoções e sentimentos...
Essa mulher que se perdeu em tudo o que o amor físico tem para oferecer e tenta encontrar-se na utopia de sentimentos do amor fantasiado em contos-de-fada.
Essa mulher que ainda acredita... essa mulher que ainda sonha... essa mulher que tens aí do teu lado... essa mulher que não te consegue ver, nem ouvir... a mesma que tu, também , não ouves nem vês... apenas sonhas!

sábado, abril 22, 2006

"Leva-me pra casa - Lúcia Moniz"

"Estou em mim como um soldado que deserta dá meia volta ao mundo em parte incerta não sei como cheguei aqui quis ser tudo estou mais só do que sozinha chega mostra-me o caminho leva-me pra casa corre vem depressa o tempo voa só anda às voltas dá um nó não sei como cheguei aqui
quis ser tudo estou mais só do que sozinho chega mostra-me o caminho leva-me p'ra casa o tempo voa o tempo voa nem sei como cheguei aqui"
Adoro esta música... Porque ando sem inspiração para me perder em devaneios escritos de mil palavras, procuro traduzir o que vem dentro de mim nas músicas que escolho ouvir... Portanto leva-me pra casa, porque o tempo voou, eu não sei o caminho e estou mais só do que sozinho... Continuo a andar às voltas, procurando desfazer o nó... leva-me pra casa